As diretrizes da Missão se dividem em pilares para reformas estruturais, economia, segurança, saúde, educação e meio ambiente — e num plano direto de 7 propostas.
Os princípios que orientam cada decisão e cada pauta do movimento.
Os supersalários do Judiciário custam mais de R$ 12 bilhões por ano, e no Executivo chegam a quase R$ 4 bilhões anuais. A proposta corta os privilégios da elite do funcionalismo para destinar esses recursos à educação e à saúde.
Atuação baseada num quadro livre de corrupção, com independência e coragem para manter esse princípio como o norte ético da sigla.
Crítica à impunidade e à reincidência — quando a polícia prende e a justiça solta. Defesa de uma reforma penal séria para conter a criminalidade no país.
Repúdio ao domínio territorial de facções e milícias. A meta é retomar o controle jurídico e policial das áreas dominadas pelo crime organizado.
O combate à fome e à pobreza não pode depender só de transferência de renda. A proposta foca em planejar e industrializar a economia da região para gerar autonomia.
Crítica ao populismo eleitoreiro. Defesa de uma política econômica séria, com inflação estável e juros menores para fomentar o crescimento.
Diagnóstico de falhas na alfabetização e em matemática na base. Propõe escolas em tempo integral — abertas inclusive nos fins de semana — e novas disciplinas, como educação financeira.
Conciliar o cuidado com a biodiversidade e a proteção dos biomas brasileiros com um desenvolvimento que gere habitação, emprego e dignidade.
O SUS é amparo indispensável, mas sofre com filas, falta de leitos e déficit tecnológico. Propõe reformar o sistema com foco em medicina preventiva e saneamento universal.
Um plano focado no combate ao crime organizado, na reformulação das políticas sociais, na reestruturação dos municípios e em novos incentivos à boa gestão pública.
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